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SADI BRUSTOLIN JÚNIOR

A importância da sanitização dos ambientes

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Ambientes limpos e higienizados são fundamentais para auxiliar na saúde de quem circula por esses espaços. Manter cada cantinho sanitizado ajuda a combater doenças como a gripe, que a transmissão ocorre de pessoa para pessoa, através de gotículas respiratórias, por tosses e espirros e contato com as mãos contaminadas com secreções respiratórias que contenham o vírus. A sanitização também é a solução para pessoas que têm alergias diversas.

Para muitos, o alerta sobre a importância da higienização eficaz veio em 2009 com o surto global de H1N1. À época, os governos e as lideranças em saúde intensificaram a recomendação da lavagem correta das mãos e a higienização com álcool 70%. Anos depois, em 2020, a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), trouxe à tona, mais uma vez, que a adoção de medidas eficazes de higienização combate os adversários invisíveis da saúde.

Nos últimos dois anos no mundo muito se falou sobre medidas de prevenção visando o combate às doenças altamente contagiosas e, neste tema, a Covid-19 e suas variantes, Delta e a mais recente, Ômicron, mostraram que o cuidado vai além da higiene pessoal. É preciso intensificar a sanitização dos ambientes internos residenciais e comerciais.

Mas vale ressaltar aqui que este trabalho não é tão simples. Além de dispor de matéria-prima eficiente, a aplicação também tem que preencher todos os espaços. E neste sentido, o mercado já disponibiliza aparelho com tecnologia de aplicação em 360º e com alta durabilidade de permanência na superfície, o que impede novas contaminações.

Outro fator importante a se destacar é que o produto utilizado dentro das casas tem que ser destinado a este fim para não prejudicar a saúde das pessoas e observar quanto à indicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Mais uma informação importante: – para quem imagina que a sanitização é um procedimento muito caro, precisa saber que o valor do serviço é acessível e é cobrado por metro quadrado do espaço.

Sadi Brustolin Júnior é CEO da Dr. Sanitiza, empresa que há mais de 10 anos atua no mercado de soluções de biossegurança.

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OPINIÃO

Reflorestaram a Amazônia

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A seca vivida nesses três últimos anos, “2018/2019/2020”, na região do Pantanal, foi motivo de grande repercussão nacional, principalmente porque impactou uma das mais belas e sensíveis áreas dos nossos Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, trazendo para cá os olhares de todo o país e até podemos dizer de grande parte do mundo.

Com a seca, vieram às queimadas, e com elas as suas consequências; vegetação devastada e animais silvestres e o gado morrendo.

Em cadeia nacional, uma pesquisadora, Doutora, falou em alto e bom som que o fenômeno era reflexo do desmatamento da Amazônia, foi desmentida dois minutos depois por especialistas na mesma emissora onde reverberou.

Segundo dados oficiais, 18% da floresta Amazônica já foi suprimida em 522 anos de ocupação. Porém país nenhum do mundo, preserva tanto as suas florestas, como nós.

O título deste artigo é uma sátira a aqueles que para ter um minuto de fama, apontam os culpados, sem conhecimento técnico. Hoje, se tiverem o mínimo de autocrítica, deveriam estar com vergonha.

Os dados atuais e históricos de precipitações e vazão no Rio Cuiabá, mostram que por mais de 10 anos, de 1962 a 1973, foram períodos de seca extrema, dados esses já catalogados.

Em 1964 e 1969, a vazão que passou por Cuiabá, foi na ordem de 44m3/seg, sendo que a média antes de Manso, era 80m3/seg e após, 176m3/seg.

Relatos mais antigos, nos leva a acreditar que em 1856 e seus anos anteriores e posteriores, esse período de seca já havia acontecido. Isso é cíclico.

Analisando os dados pluviométricos do INMET, nos meses de novembro e dezembro de 2021 e janeiro de 2022 até o dia 21, as precipitações e as médias históricas, foram respectivamente: 216,7mm/185 mm; 225,4/200 mm e por fim, 155,6/200 mm, faltando ainda 10 dias para encerrar o mês, mostrando que as precipitações estão acima das médias.

Isso quer dizer, que felizmente as precipitações voltaram ao normal e o nosso Pantanal voltará a ser essa exuberância de vida, em pouco tempo.

No entanto, precisamos de políticas públicas, para que o homem pantaneiro possa continuar a praticar a mais correta e ecológica pecuária extensiva.

Como já dito anteriormente neste artigo, à seca sempre foi cíclica no bioma Pantanal.

Podemos então concluir, que sem precipitações normais, esse bioma será afetado.

Vamos, portanto, aguardar a ciência avançar no tema, a fim de podermos minimizar os impactos quando essas condições adversas ocorrerem.

Fica claro que os atuais 18% já desmatados na Amazônia, não provocaram a seca dos últimos anos no Pantanal.

Rubem Mauro Palma de Moura é Engenheiro Civil, Especialista em Hidráulica e Saneamento pela USP São Carlos e Mestre em “Ambiente e Desenvolvimento Regional” pela UFMT e Professor aposentado da UFMT/DESA.

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