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Ator Austin St. John, o ‘Power Ranger Vermelho’, é preso nos EUA

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Austin St. John é preso nos EUA
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Austin St. John é preso nos EUA


O ator que interpretou o Power Ranger vermelho na série de TV dos anos 1990, foi preso nesta quinta-feira (19), na região de McKinney, no Texas, no Sul dos Estados Unidos. Austin é acusado de fraudar o Proteção de Salários da Small Business, projeto que tem o objetivo de ajudar microempresas afetadas pela pandemia do Covid-19.

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O ator teria feito supostamente 16 empréstimos, totalizando US$ 3,5 milhões, o equivalente a R$ 17 milhões. Ele teria usado o dinheiro para compras pessoais e não para o propósito pretendido pelo programa. Mesmo que tivesse sido utilizado dentro das regras, os federais afirmam que o montante foi obtido de forma fraudulenta. Se for condenado, poderá cumprir pena de 20 anos de reclusão.


De acordo com o tablóide americano TMZ, cerca de 15 agentes do FBI entraram na casa do astro munidos de armas do tipo AR-15. O artista saiu algemado da casa. Mais 17 pessoas também estariam envolvidas no esquema fraudulento.

St. John interpretou o personagem Jason Lee Scott no seriado “Power Ranger”, exibido a partir de 1993. O ator deixou o elenco na segunda temporada, mas voltou diversas vezes em participações especiais. No Brasil, a produção chegou em 1994, sendo exibido pelo canal pago Fox Kids. Na TV aberta, a exibição foi um grande sucesso na TV Globo, sendo parte dos programas como “TV Colosso” e “Angel Mix”, apresentado por Angélica.



Fonte: IG GENTE

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Vice-prefeito de Cuiabá cita fato ‘estranho’ e pede Justiça; VEJA VÍDEO

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Foto: Veja Bem MT

O vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa (PV), disse que espera que seja feita Justiça no caso da morte do agente Socioeducativo Alexandre Miyagawa, de 41 anos.

A fala foi feita na manhã desta segunda-feira (4) antes do evento de entrega de vans para Limpurb.

Stopa defendeu o desarmamento e disse achar estranho que uma outra pessoa em outra situação estaria detida.

Alexandre Miyagawa foi morto na última sexta-feira (1) após ser alvo de tiros disparados pelo vereador Tenente-coronel Marcos Paccola, no bairro Quilombo, na capital.

Paccola alegou legítima defesa, versão negada pela namorada do agente.

O vereador não foi preso porque se apresentou de forma espontânea na Delegacia para prestar esclarecimentos sobre o caso.

NOTA DO VEREADOR MARCOS PACCOLA

Em virtude da veiculação na mídia desde o ocorrido na noite do dia 01/07/2022, com diversas matérias e versões sobre uma situação envolvendo o Vereador por Cuiabá, Tenente Coronel Paccola e o Agente Socioeducativo Alexandre Miyagawa, o que se tem a informar no momento é que o Vereador Paccola estava em deslocamento para um compromisso, por volta das 19h30 (horário local), e, durante a conversão da Av. Presidente Artur Bernardes com a Avenida Senador Filinto Muller, no bairro Quilombo, se deparou com o trânsito parado e diversos populares se aglomerando nas proximidades do estabelecimento de esquina.

Diante da situação, como sempre fez em toda sua vida profissional, como oficial da reserva da Polícia Militar, no compromisso de SERVIR E PROTEGER MESMO COM O RISCO DA PRÓPRIA VIDA, desceu do veículo para verificar do que se tratava a situação, já que não havia a presença de nenhuma viatura ostensiva no local.

No primeiro momento, da posição de desembarque até o local que se aproximou na calçada, não avistou ninguém armado, e aparentemente, seria tão somente uma situação de discussão entre populares que se xingavam. Como não visualizou nada de grave, chegou a dizer ao seu Assessor que era só um desentendimento e que já estavam atrasados para o compromisso.

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No entanto, após ter decidido sair do local, ouviu alguém que estava no meio da aglomeração gritando: “ELE ESTÁ ARMADO”, e logo em seguida ouviu um terceiro falando: “ELE VAI MATAR ELA”.

Neste o momento, o Vereador Tenente Coronel Paccola se virou e foi até a esquina para observar do que se tratava na rua do lado de fora da conveniência.

Ao chegar na esquina, somente quando visualizou o cidadão com uma arma em punho, atravessando a rua com uma mulher à sua frente, diante da cena de clara ameaça, se viu então obrigado a sacar a arma e verbalizou algumas vezes com o cidadão: “POLÍCIA, LARGA A ARMA”!

Infelizmente, ao invés de atender a ordem, o cidadão fez menção de virar com a arma em punho em direção ao Vereador Tenente Coronel Paccola, não restando outra opção, senão o de utilizar os meios necessários e proporcionais para o exercício da legítima defesa própria e de terceiros, com intuito de neutralizar a injusta agressão visualizada, efetuou os disparos que atingiram o Agente Socioeducativo Alexandre.

Em virtude da forte emoção e do comportamento instável da mulher após a intervenção, e considerando o risco de alguém pegar a arma de Alexandre, para segurança de todos que estavam no local, o Vereador Tenente Coronel Paccola determinou para seu Assessor que pegasse a arma no chão, que estava ao lado da mão direita de Alexandre.

Sendo assim, ficou visível nas fotos e vídeos somente o coldre rígido que estava em sua cintura, aparentando ser uma arma, como divulgado em alguns sites de notícia.

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Com a chegada da primeira equipe da Polícia, a arma de Alexandre com carregador e munições foi entregue ao policial, e ainda assim, a mulher tentou tomar a arma no coldre do Policial.

Após o ocorrido, o Vereador Tenente Coronel Paccola permaneceu no local e solicitou o acionamento da Polícia e do SAMU, bem como o isolamento do local para perícia.

Na sequência, deslocou-se até a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa para fazer sua apresentação espontânea ao Delegado de Polícia Judiciária Civil.

Sobre os relatos dos acontecimentos antes da intervenção do Vereador Paccola, relacionados à direção perigosa e ameaças contra populares que estavam na conveniência, ele só tomou conhecimento posteriormente.

Ressalta o Vereador Tenente Coronel Paccola que a mistura de álcool, direção e arma é potencialmente perigosa, e geralmente causa danos graves e irreversíveis.

A DHPP tomou todas as providências cabíveis acompanhando o trabalho dos peritos da POLITEC, e, na sequência, sob presença de 04 Delegados, realizaram a apreensão das armas e as oitivas de testemunhas, e também do Vereador Tenente Coronel Paccola.

Foi instaurado um Inquérito que irá investigar todas as causas e circunstâncias do ocorrido, que se deu diante de várias testemunhas e de câmeras existentes na região.

Por fim, neste momento, são duas famílias que estão abaladas, e o Vereador expressa seus mais sinceros sentimentos de pesar aos amigos e familiares que estão enlutados.

O Vereador Tenente Coronel Paccola também agradece o carinho e preocupação de todos que se manifestaram em apoio, compreendendo as circunstâncias dessa fatalidade, e reforça sua confiança no trabalho da Polícia, da Perícia e da Justiça.

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